quarta-feira, 25 de junho de 2008

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Auto-estrada entre Amarante e Bragança é “prioridade nacional”.

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O primeiro-ministro, José Sócrates, esteve em Vila Real onde anunciou as datas que vão definir os destinos da Auto-estrada 4 (A4), que vai ligar Amarante à fronteira de Quintanilha, em Bragança, passando por Vila Real.

Sócrates definiu a ligação da A4 como uma “prioridade nacional”, lembrando que Bragança é “o único distrito que não tem ainda um quilómetro de auto-estrada”. O governante anunciou que no dia 02 de Agosto termina a discussão pública da Auto-estrada de Trás-os-Montes, segundo troço da A4 que vai ligar Vila Real a Bragança. No dia 30 do mesmo mês, fica concluída a avaliação do estudo de impacto ambiental, a que se seguirá o lançamento, até ao final do ano, do concurso público.

As propostas para o troço do Túnel do Marão, entre Amarante e Vila Real, foram abertas no dia 06 de Julho, seguindo-se a adjudicação da obra no primeiro trimestre de 2008. O ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Nunes Correia, afirmou que tudo aponta para que os impactes ambientais do troço entre Vila Real e Bragança sejam “relativamente diminutos e perfeitamente aceitáveis”, já que, em grande parte dos 132 quilómetros, a Auto-estrada de Trás-os-Montes vai coincidir com o corredor aberto pelo Itinerário Principal 4 (IP4).

Salazar e Franco foram antifascistas...

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Há apenas afinidades entre o Estado Novo e o fascismo.
A ultradireita do regime defende isso. Não nos esqueçamos de que Jaime Nogueira Pinto sustentava a tese, em 1971 ou 1972, de que Marcelo Caetano era um criptocomunista.

O Hitler mandou matar nazis, não é nazi, está visto; Estaline mandou matar 700 mil comunistas, entre 36 e 38, então não é comunista. Isto é absurdo, é óbvio que a pluralidade interna do regime incluía sectores, sobretudo da área intelectual e sectores de uma pequena burguesia mais moderna que do ponto de vista cultural imitava directamente o caso italiano ou caso alemão.

Queixaram-se da falta de solidez ideológica do regime e consideraram, por exemplo, que Salazar era contra-revolucionário. Salazar falou da revolução a vida toda! O 28 de Maio não era outra coisa senão uma revolução nacional: o ditador recordou nos anos 30 e anos 60, durante a Guerra Colonial, que era necessário restaurar o espírito do 28 de Maio. Uma das coisas que procuro analisar neste livro, no capítulo da natureza ideológica, é como o salazarismo se descreveu a si próprio como o novo, o revolucionário, o moderno. Evidentemente não cumpriu todas as expectativas daqueles que queriam mudança mais radical.

Em que base se apoia Salazar para dizer que o seu século, o século XX, era fascista?

Salazar usa outra fase: diz que existe uma linha geral europeia que os triunfos da Alemanha nazi e da Itália fascista têm vindo a consagrar. Salazar não gosta de utilizar o termo fascista, porque sabe que está a usar um termo criado por estrangeiros, e um ultranacionalista não gosta de dizer que o seu regime é uma imitação. Portanto, fala de um nova ordem, como falavam também Hitler, na Alemanha, Mussolini, em Itália, e Franco, em Espanha. A transformação que a Alemanha estava a produzir na Europa, entendia Salazar, iria consagrar o triunfo dessa via. As direitas ibéricas imaginaram no triunfo da Alemanha uma espécie do fim da história: o triunfo definitivo para o resto do século daquilo que seria a nova ideologia.

Quais são as provas documentais que analisou para o ajudarem a definir a natureza "intrinsecamente fascista das duas ditaduras ibéricas"?

No caso português, analisei documentação diplomática portuguesa e política produzida dentro do Governo português, na maior parte dos casos documentos confidenciais até agora desvalorizados. Quis perceber aquilo que até agora ainda não tinha sido feito na historiografia portuguesa: ver como é que Salazar imaginou, nos anos do triunfo fascista, o que seria o mundo. É aí que eu apanho estes documentos surpreendentes: o seu embaixador em Berlim, Tovar de Lemos, diplomata de carreira, um homem intrinsecamente salazarista, definiu no fim de 1941 que se havia regime na Europa com mais semelhanças com o regime nazi esse regime era o português.

Ilegais presos em Melilla depois de cruzarem a fronteira à força.

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Espanha. Nova avalancha em enclave espanhol no Norte de África
Polícia prendeu maioria dos 70 imigrantes, todos da África subsariana
A cidade de Melilla voltou a ser alvo de vagas de imigrantes ilegais ao longo dos últimos dias. Na madrugada de ontem, sete dezenas de clandestinos forçaram a entrada naquele enclave espanhol do Norte de África.

Não saltaram o arame farpado, como tinha acontecido em 2006, fizeram-se à estrada e levaram à frente tudo o que encontraram. Feriram alguns vigilantes com os paus e as pedras com que vinham munidos, contaram algumas testemunhas, ouvidas pelos media espanhóis.

As autoridades conseguiram deter entre 40 e 50 dos 70 ilegais, que encontraram escondidos em árvores, debaixo de carros ou até mesmo dentro de caixotes do lixo. É o desespero de quem quer, a todo o custo, chegar até ao sonho europeu.

Os imigrantes clandestinos, todos oriundos da África subsariana, forçaram a passagem desde o lado marroquino para a cidade de Melilla; 28 ilegais que não chegaram a conseguir cruzar a fronteira foram detidos pela polícia marroquina - tendo sete deles sido levados para o hospital.

Este é o primeiro assalto maciço à fronteira de Melilla desde 2006. Na altura, dezenas de imigrantes africanos saltaram o arame farpado e pelo menos um deles foi morto. No ano anterior foram 14 as pessoas que morreram em tentativas semelhantes, algumas atingidas por tiros, que foram disparados tanto pelas forças marroquinas como espanholas, em Melilla e também em Ceuta.

A chegada do Verão reactiva em força o negócio do tráfico de pessoas no Mediterrâneo e isso reflecte-se nas chegadas de imigrantes ilegais às costas de países europeus como a Espanha, a Itália ou Malta. As ilhas Canárias tornaram-se um dos principais destinos de clandestinos. O número de chegadas bateu o recorde em 2006 com 31 678 a darem à costa naquelas ilhas espanholas.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Portugal: DESPERTA!



Denominam-se Nzingalis e dele fazem parte alguns africanos de segunda geração. E porque acreditam que a raça negra será a dominante daqui a 50 anos na área metropolitana de Lisboa, querem um Estado africano independente em Portugal chamado Nzingalis, em honra da rainha angolana Nzinga e em homenagem a Lisboa.
Um site (www.blackmind.com/hosting/nzingalis) é a porta de entrada para as aspirações destes jovens que escolheram a Internet para divulgar as suas ideias. Assumem a criação de um Estado africano na zona de Lisboa como uma inevitabilidade.
Um Estado, cujas fronteiras, a Sul, chegariam a Sesimbra / Setúbal, a Este, a Benavente e Cartaxo e, a Norte, às Caldas da Rainha e Rio Maior. No seu interior ficariam, naturalmente, Lisboa, Cascais, Sintra, Setúbal, Almada e Torres Vedras.

Uma inevitabilidade que assumem por motivos de natalidade. Pelas suas contas, bastarão menos de 50 anos para a região de Lisboa e vale do Tejo se tornar «uma região de maioria negra». E, na lógica dos seus argumentos, Portugal nada poderá fazer para limitar esse crescimento, até porque também «já demonstrou que não consegue controlar a entrada de um numero crescente de imigrantes africanos».
Citando o exemplo de Portugal em relação a Espanha e a determinação de Portugal em conseguir a independência para Timor, os Nzingalis evocam o direito de autodeterminação. Um direito que, para estes, será conseguido a qualquer custo. «Será que os portugueses querem um novo "País Basco" aqui
em Portugal?», afirmam.
Mas não só. Os Nzingalis evocam apoios internacionais e lembram que «no Kosovo, a NATO defendeu o direito dos Kosovares a uma pátria própria apesar do território do Kosovo ser historicamente Sérvio».
E, se o mesmo não acontecer em Portugal, «nós temos os milhões de irmãos afro-americanos nos Estados Unidos cuja influência nesta sociedade é cada vez maior (...) que não deixarão de nos vir ajudar, caso seja necessário».

Adeus, Europa!

Chavez ameaça cortar petróleo à Europa.

Venezuela europe flag

O presidente venezuelano, Hugo Chavez, ameaçou fechar a torneira do petróleo à Europa caso seja aplicada a nova regulamentação sobre a deportação de imigrantes ilegais.

A chamada “Directiva do Retorno”, aprovada pela União Europeia na passada quarta-feira, prevê que a detenção de imigrantes ilegais por períodos até 18 meses e enfrentem uma exclusão até cinco anos, em caso de reentrada no espaço europeu. “Não podemos ficar de braços cruzados”, disse Chavez, citado na agência “Reuters”, após um encontro com o recém-eleito presidente do Paraguai, Fernando Lugo, com quem se comprometeu no reforço do envio de petróleo.

"O petróleo venezuelano não vai para os países que aplicarem esta directiva vergonhosa”, disse Chavez, provavelmente o mais eloquente difícil líder da América Latina, região de onde provêm milhões de imigrantes actualmente a viver na Europa, invertendo um ciclo de vários séculos, em que foram os europeus a procurar uma vida melhor nas Américas.

O Governo venezuelano ameaçou, ainda expulsar investidores estrangeiros do país. “Estamos prontos para fazer isto agora mesmo. Aqui na Venezuela, não farão falta”, acrescentou Chavez.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Imigração: Parlamento Europeu aprova Directiva de Retorno



O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje sem alterações a controversa proposta de lei de repatriamento de imigrantes ilegais, que entrará em vigor na União Europeia dentro de dois anos. O texto recebeu 367 votos a favor, 206 contra e 109 abstenções.
A Directiva do Retorno pretende harmonizar a regulação das diferentes políticas de imigração dos Estados-membros e conceder-lhes mais poder para poderem repatriar imigrantes em situação ilegal.


A lei é muito contestada por organizações de defesa dos direitos humanos e de imigrantes, que se têm desdobrado em manifestações um pouco por toda a Europa, incluindo em Portugal, onde, de acordo com o Ministério da Administração Interna, não vai afectar o regime contido na Lei da Imigração, obrigando apenas a «reajustamentos cirúrgicos» relativamente ao apoio jurídico aos cidadãos com ordem de expulsão.

Parlamento Europeu dita hoje destino da lei comunitária de repatriamento de imigrantes ilegais



O Parlamento Europeu vai pronunciar-se hoje, em Estrasburgo, sobre a controversa proposta de lei de repatriamento de imigrantes ilegais, que se tiver o voto favorável da maioria dos eurodeputados entrará em vigor na União Europeia dentro de dois anos.

Cerca de duas semanas após o acordo alcançado ao nível dos ministros do Interior da União Europeia (UE), o Parlamento Europeu (PE), que trabalha neste dossier em pé de igualdade com o Conselho (no chamado processo de co-decisão), vai pronunciar-se sobre a chamada "Directiva do Retorno", e, apesar de o texto acordado ter tido o aval do relator da assembleia, o resultado é incerto.

O projecto de lei tem à partida o apoio de duas das três principais famílias políticas do Parlamento (Partido Popular e Liberais), mas mesmo no seio de cada grupo político existem divergências, dadas as sensibilidades muito diferentes existentes entre os Estados-membros, e basta uma emenda ser aprovada pela maioria da assembleia para toda o processo de negociação ter de recomeçar.

Um pouco à imagem do que sucede nas restantes bancadas, a proposta «divide» os eurodeputados portugueses.

O eurodeputado Armando França indicou à Lusa que a delegação do PS, a maior entre as forças políticas portuguesas, deverá votar contra, pelo menos nesta fase (primeira leitura), por entender que a directiva está longe de respeitar os «parâmetros adequados em matéria de respeito pelos direitos humanos».

Os eurodeputados do PCP e Bloco de Esquerda votarão contra uma proposta que consideram «inaceitável» e «vergonhosa», como a classificaram, respectivamente, os eurodeputados Pedro Guerreiro e Miguel Portas.

Já os coordenadores das delegações do PSD, Carlos Coelho, e do CDS-PP, Luís Queiró, defenderam que, não sendo perfeita, esta directiva é necessária e melhor que as diferentes legislações actualmente em vigor nos 27, onde existem muitas discrepâncias.

A chamada Directiva do Retorno pretende harmonizar a regulação das diferentes políticas de imigração dos Estados-membros e conceder-lhes mais poder para poderem repatriar imigrantes em situação ilegal.

A lei é muito contestada por organizações de defesa dos direitos humanos e de imigrantes, que se têm desdobrado em manifestações um pouco por toda a Europa, incluindo em Portugal, onde, de acordo com o Ministério da Administração Interna, não vai afectar o regime contido na Lei da Imigração, obrigando apenas a «reajustamentos cirúrgicos» relativamente ao apoio jurídico aos cidadãos com ordem de expulsão.

terça-feira, 17 de junho de 2008

já alertava sobre o perigo do Comunismo !



O Comunismo não é a fraternidade: é a invasão do ódio entre as classes. Não é a reconciliação dos homens: é a sua exterminação mútua. Infelizmente nos dias que correm, são poucas as pessoas com capacidade intelectual para compreender a reais intenções e as nefastas conseqüências das mentiras e dos disfarçes do comunismo. O Comunismo não dá tréguas à ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dissolveria a sociedade. Extinguiria a religião. Desumanaria a humanidade.