domingo, 10 de agosto de 2008

GNR vigia festa nacionalista



Foi sob forte aparato policial que ontem decorreu, nas Fontes de Estômbar, em Lagoa, o primeiro Festival Nacionalista de Verão do PNR.

A GNR montou vigilância nos acessos ao local e, ao longo do dia, fiscalizou pessoas e viaturas que entravam ou saíam do recinto, onde uma centena de membros do partido de extrema -direita convivia, comendo febras ao som de bandas formadas por militantes e simpatizantes e entretidos com jogos tradicionais e futebol. Não fora a predominância de roupas negras, cabelos rapados e palavras inflamadas contra a alegada "perseguição política" que dizem ser alvo, dir-se-ia uma reunião de família, onde até havia crianças e que acabou ao cair da noite.

"O sistema trata-nos como se fossemos não um partido político mas um gang e mobiliza agentes para nos vigiar em vez de se preocupar com situações como a Quinta da Fonte e imigrantes que assaltam bancos no País", acusou o presidente do PNR, presente no evento. José Pinto Coelho garante que "há cada vez mais portugueses a aderir às ideias do PNR", sendo o Algarve a zona "mais activista", a seguir a Lisboa.

"Queremos chegar ao poder para dar uma vassourada nisto enquanto é tempo. Tencionamos concorrer às legislativas nos 22 círculos e às europeias. Nas autárquicas iremos onde se proporcionar".


Informação Retirada de: www.correiomanha.pt

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Sócrates é traído pelo comunismo de Chávez.


Fisco fecha empresas de portugueses na Venezuela.

Esta quinta-feira, mais de duas dezenas de estabelecimentos comerciais de portugueses foram encerrados por funcionários dos serviços fiscais venezuelanos na zona petrolífera de Anaco, no estado de Anzoátegui, informa a Lusa.

Segundo os empresários portugueses, algumas das empresas foram encerradas por 48 horas e outras por 72 horas.

Em comunicado, o Serviço Nacional Integrado de Administração Alfandegária e Tributária (Seniat) explica que os encerramentos tiveram lugar "após uma equipa de fiscais ter detectado incumprimentos tributários".

Tinhamos avisado sobre a imigração... Trabalho policial exemplar. Portugueses sofrem com a violência de imigrantes.


Lisboa 07/08/2008. Foram quase nove horas de terror as vividas ontem na dependência do BES. Uma tentativa de assalto, protagonizada por dois jovens brasileiros, degenerou no sequestro de três pessoas: dois funcionários e uma cliente. Esgotadas as negociações, o Corpo de Intervenção actuou eficazmente.
Dois tiros da PSP bastaram para acabar com oito horas e meia de um sequestro num banco do centro de Lisboa. Os dois assaltantes brasileiros entraram pelas 15.00 no Banco Espírito Santo (BES), na Rua Marquês da Fronteira. Cerca das 23.00 - depois de seis horas de negociações -, os suspeitos apareceram à porta das instalações bancárias apontando armas à cabeça do refém, um funcionário, e do pescoço da gerente.

Num segundo, tudo se precipitou. Um tiro e o assaltante que já se encontrava no lado de fora da porta do banco, de óculos escuros, tombou e morreu. A mulher, que até ali impressionava pela aparente descontracção com que enfrentava toda a situação, baixa-se e corre, conseguindo pôr-se a salvo. Segundo tiro. O assaltante que se encontrava com outro refém dentro do banco é atingido, mas ainda consegue fazer um disparo, cujos estilhaços atingem o refém, sem gravidade. Quarto tiro, o assaltante é imobilizado e a dependência do banco invadida pelos elementos do Grupo de Operações Especiais da PSP. Segundos depois estava tudo terminado, embora cá fora reinasse a indefinição.


O que os Portugueses são obrigados a passar:
A primeira preocupação da mulher que foi feita refém pela dupla de assaltantes brasileiros foi saber se os filhos tinham acompanhado, pela televisão, as horas de horror que viveu.
Mal conseguiu escapar, a também gerente do banco, de 33 anos, correu na direcção de uma amiga e, em notório estado de choque, perguntou-lhe se tinham conseguido afastar os filhos do televisor. A vítima, que esteve algum tempo com uma arma apontada à cabeça, é divorciada e tem três filhos, que neste momento estão a passar férias com o pai e ex-marido.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Crónicas em Mirandês



O mirandês é uma língua astur-leonesa, que pertence ao grupo das línguas românicas. Durante séculos foi uma língua de transmissão oral, tendo sido dada a conhecer à comunidade científica e estudada pela primeira vez por José Leite de Vasconcelos, no fim do séc. XIX. Estima-se entre 7 e 10 mil o número actual de falantes, incluindo os que habitam no Concelho de Miranda do Douro, em três aldeias do Concelho de Vimioso e os i/emigrantes. Foi oficialmente reconhecida pela lei nº 7/99, de 29 de Janeiro, aprovada por unanimidade pela Assembleia da República.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Para pensar...

A CGTP é uma Frente "Nacional" do PCP e BE.


A CGTP não é independente do PCP e do BE. A verdade é que, no fundo, não passam de frentes de intervenção laboral, social e política dos Partidos em coligações muitas vezes desfasadas do plano das alianças político-partidárias. Não negando que, na dinâmica de intervenção sindical, existe algum grau de liberdade na afirmação e na intervenção. E, talvez por isso mesmo, a força sindical consegue expressões que transbordam a filiação partidária. Não deixando de ter presente que é por isso mesmo, ou seja pela capacidade de a intervenção sindical ultrapassar em representação e em influência os Partidos condutores, que a “mentira sobre a autonomia sindical” é alimentada e tolerada pelo PCP e BE.

Sendo verdade, não se pode obscurecer os dados da face oculta, –os militantes do PCP(BE) actuam organizadamente, cumprem as orientações do PCP, é o PCP que decide a política de quadros e de alianças na CGTP, a promiscuidade entre as organizações do PCP e as estruturas da CGTP é de nível orgânico, as lutas são enquadradas numa dinâmica para confluírem com os objectivos políticos do PCP(BE), o PCP(BE) garante a perpetuação do domínio e controlo da CGTP como uma das suas principais preocupações partidárias. Resumindo, a CGTP se não é o PCP e BE, é uma Frente "Nacional" do PCP e BE.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Não esqueceremos!

Portugueses vitimas de genocídio na Africa do Sul

As estradas de Carrazeda!!! CRZ - Pinhal do Norte.


Por mais que se escreva, fale e proteste, muita da sinalização rodoviária existente na Vila de Carrazeda de Ansiães continua a não ser substituída , apesar de já não ser contemplada Regulamentarmente , pelos mais variados motivos .
Convém recordar a quem de direito sobre esta matéria, que toda e qualquer sinalização rodoviária, deve obedecer às características impostas pelo Regulamento de Sinalização do Trânsito ( RST - Decreto Regulamentar n.º 22-A/98, de 1 de Outubro, com a redacção dada pelos Decretos Regulamentares nº 41/2002, de 20 de Agosto, e nº 13/2003 de 21 de Junho ) , no que diz respeito às formas e cores, inscrições, símbolos e dimensões, bem como assim aos materiais a utilizar e às regras de colocação.

sábado, 2 de agosto de 2008

Português de 67 anos assassinado na AFRICA DO SUL



Um português de 67 anos natural de Espinho foi assassinado na noite de sexta-feira, na sua residência num subúrbio do norte da capital sul-africana, disse hoje à Lusa fonte ligada ao Fórum Português.

Emílio Ferreira Couto, que tinha um negócio de carpintaria e tectos falsos, foi morto a tiro por um grupo de assaltantes que penetraram na sua residência quando ele e a sua mulher dormiam. Os assaltantes, que se puseram em fuga levando vários bens pessoais do português, teriam serrado as barras de segurança de uma janela da residência, disse fonte próxima da família. A vítima era casada em segundas núpcias e deixa 3 filhos adultos, um dos quais emigrado no Reino Unido.

Trata-se do 4º português ou luso-descendente assassinado desde Janeiro deste ano na África do Sul.


Informação retirada de: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/31cf43aff6a3b1d2ce1aab.html

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Esquerda Perigosa.


A história do Anarquismo em Portugal vai da década de 70 do século XIX até à actualidade. Considera-se 1886 como o ano do início da actividade anarquista em Portugal. No entanto, já antes se faziam sentir as influências das ideias de Proudhon em muitos intelectuais, como nos escritores Antero de Quental e Eça de Queirós. Há pelo menos mais um nome a destacar no início do anarquismo em Portugal: Eduardo Maia, médico que em 1873, ainda jovem, apresentou uma conferência baseada nos congressos da Associação Internacional dos Trabalhadores, questionando o direito de propriedade. Eduardo Maia é considerado fundador da corrente anarquista-comunista pós-proudhoniana. Em 1879 liga-se ao anarco-comunismo de Kropotkine(Eduardo Maia), e fez escândalo ao declarar-se publicamente como anarquista. Fez parte do Grupo Comunista-Anarquista de Lisboa em 1887 e do Grupo Revolução Social em 1894. Colaborou no semanário [socialista] “pensamento social” nos anos 1870, onde foram publicados artigos considerados anarquistas. Colaborou também no “revoltado” em 1897.

Se o anarquismo nasce substancialmente comunista, é verdade que as perseguições desencadeadas contra a Iª Internacional pelos governos daquele tempo produzem desvios com respeito à teoría bakuninista; desvios que deixarão uma marca na história do movimento anarquista, sobre tudo italiano.