
Foi sob forte aparato policial que ontem decorreu, nas Fontes de Estômbar, em Lagoa, o primeiro Festival Nacionalista de Verão do PNR.
A GNR montou vigilância nos acessos ao local e, ao longo do dia, fiscalizou pessoas e viaturas que entravam ou saíam do recinto, onde uma centena de membros do partido de extrema -direita convivia, comendo febras ao som de bandas formadas por militantes e simpatizantes e entretidos com jogos tradicionais e futebol. Não fora a predominância de roupas negras, cabelos rapados e palavras inflamadas contra a alegada "perseguição política" que dizem ser alvo, dir-se-ia uma reunião de família, onde até havia crianças e que acabou ao cair da noite.
"O sistema trata-nos como se fossemos não um partido político mas um gang e mobiliza agentes para nos vigiar em vez de se preocupar com situações como a Quinta da Fonte e imigrantes que assaltam bancos no País", acusou o presidente do PNR, presente no evento. José Pinto Coelho garante que "há cada vez mais portugueses a aderir às ideias do PNR", sendo o Algarve a zona "mais activista", a seguir a Lisboa.
"Queremos chegar ao poder para dar uma vassourada nisto enquanto é tempo. Tencionamos concorrer às legislativas nos 22 círculos e às europeias. Nas autárquicas iremos onde se proporcionar".
Informação Retirada de: www.correiomanha.pt


















