quarta-feira, 26 de novembro de 2008

25 de Novembro de 1975....um dia para tirar lições.


Golpe militar que pôs fim à influência da esquerda militar radical no período revolucionário iniciado em Portugal com o 25 de Abril de 74.

Esta acção militar constituiu uma resposta à resolução do Conselho da Revolução de desmantelar a base aérea de Tancos e de substituir alguns comandantes militares. Os partidários do designado "Poder Popular" ocupam então várias bases militares, bem como meios de comunicação social. Este contra-golpe foi levado a cabo pelos militares da ala moderada, na qual se enquadrava Vasco Lourenço, Jaime Neves e Ramalho Eanes. Consequentemente, o almirante Pinheiro de Azevedo permaneceu no poder enquanto primeiro-ministro do VI Governo Provisório e demitiram-se alguns militares entre os quais Otelo Saraiva de Carvalho.

O 25 de Novembro traduziu militarmente aquilo que a nível político se vivera no Verão Quente de 75 dando origem a uma crescente estabilidade permitida pelo reforço do pluripartidarismo e da Assembleia Constituinte, que se tornou visível com a redacção da Primeira Constituição verdadeiramente democrática: a Constituição da República de 1976.

Info retirada de Serial Killer marinhense

Publicado por Lord SS 14/88

PCP perde 1/3 dos militantes


O PCP perdeu cerca de um terço dos militantes desde 2004. Segundo os dados do último balanço, «o partido regista 59.928 membros», quando há quatro anos previa que no final da recontagem de militantes, então em curso, o número de «efectivos» andasse na «ordem dos 75 a 80 mil».

Finalmente!! Não é só cá em Carrazeda de Ansiães que os dinossauros estão a Morrer!

Ifo retirada e adaptada de Serial Killer marinhense

Publicado por Lord SS 14/88

1500 euros para quem der ao filho o nome próprio de Mussolini.


Chamar a um recém-nascido Benito, pode valer 1500 euros. Pelo menos é o que o partido neofascista italiano MSI-Fiamma Tricolore quer oferecer à população de cinco aldeias da região de Basilicata, no sul de Itália.

O partido de extrema-direita MSI-Fiamma Tricolore justifica a intenção de "ressuscitar" o nome próprio de Mussolini com o problema do despovoamento da região, querendo incentivar a natalidade, noticia o site do jornal italiano La Repubblica.

Mas o verdadeiro motivo da oferta prende-se com o eminente desaparecimento dos nomes Benito e Rachele da sociedade italiana, nomes próprios do ditador Mussolini e da sua mulher. Após a Segunda Guerra Mundial, os pais italianos passaram a deixar estes nomes de lado com receio da conotação ao casal fascista. Mas, para o secretário regional do partido, usar estes nomes serve para “honrar as raízes profundas do partido".

A oferta deverá entrar em vigor em 2009 e o dinheiro deve ser usado pelos pais unicamente para comprar roupa, berços e comida aos bebés.

Info de JN

Publicado por Lord SS 14/88

terça-feira, 25 de novembro de 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Judeus da URSS

Israel condena oito jovens por ataques neonazis



Os jovens, com idades entre 16 e 19 anos, eram imigrantes vindos da antiga União Soviética e foram considerados culpados por ataques contra judeus, trabalhadores estrangeiros, homossexuais e toxicodependentes, além da profanação de sinagogas e túmulos de judeus.

Os condenados receberam penas entre um e sete anos de prisão. Ao ler o seu veredicto, o juiz Tsvi Gurinkel disse que determinou penas severas numa tentativa de desencorajar outros a seguir o exemplo do gang.

«O facto de serem judeus da antiga União Soviética e de simpatizarem com indivíduos que acreditam em teorias racistas é terrível» , disse o juiz.

Os jovens foram condenados por conspiração para cometer crimes, agressão, incitação ao racismo e distribuição de propaganda racista.

A existência do gang neonazi, conhecida como Patrulha 36, foi revelada após a prisão dos membros, em 2007, e chocou Israel.

Os oito jovens imigraram para Israel dentro da Lei de Retorno, que concede a cidadania israelita imediata e automática a todos os judeus do mundo que imigrarem para Israel e estende os direitos reservados aos judeus também a netos de judeus e cônjuges não-judeus.

Um dos condenados é neto de um sobrevivente do Holocausto, em que milhões de judeus foram mortos pelo regime nazi.

Os jovens viviam em Petah Tikva, perto de Telavive. Numa busca às suas casas, foram encontrados vários objectos de teor nazi, como uniformes e retratos de Adolf Hitler, além de armas.

Segundo o jornal israelita Haaretz, os vídeos encontrados nos computadores apreendidos pela polícia mostravam os jovens vestidos com roupas neonazis atacando as suas vítimas.


Informação Retirada de: SOL

Postado por Nuno Teixeira

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Sem a Democracia põe-se tudo na ordem.


É uma autêntica tempestade política. A ironia da líder do PSD sobre a suspensão da Democracia em Portugal por seis meses mereceu ontem críticas de todos os quadrantes políticos, incómodo interno e, por fim, um esclarecimento do secretário-geral do partido, Marques Guedes.

A polémica começou ao almoço, quando Manuela Ferreira Leite foi questionada na Câmara de Comércio luso-americana sobre o que mudaria na reforma da Justiça. Defendendo as classes profissionais, Ferreira Leite respondeu com ironia: 'Quando não se está em Democracia é outra conversa, eu digo como é que é e faz-se. E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem Democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a Democracia.'

A frase mereceu risos e um aplauso na sala. Depois, a líder do PSD concluiu que 'em Democracia efectivamente não se pode hostilizar uma classe profissional'.

Estas palavras levaram alguns deputados do PSD a contestar, em surdina, a ironia equívoca da líder.

Pedro Passos Coelho defendeu que a líder do PSD deveria corrigir o tiro e procurou apaziguar a polémica. 'Todos temos melhores e piores dias', disse Passos Coelho, depois de o líder da bancada socialista, Alberto Martins, ter classificado as palavras de Ferreira Leite de antidemocráticas.

Por fim, Marques Guedes esclareceu que 'Ferreira Leite estava a fazer uma crítica à forma autoritária, errada, de governar do engenheiro Sócrates'. E atacou o PS por uma reacção imprópria e deslocada.

Info de CM

Publicado por Lord SS 14/88

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

No Name Boys ouvidos no TIC , crime organizado continua.


Doze dos 29 elementos da claque benfiquista No Name Boys começam a ser ouvidos no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa a partir das 14h00, apurou o 'Correio da Manhã' junto de fontes judiciais

Outros quatro detidos por indicios de tráfico de droga, ofensas à integridade física e posse ilegal de armas estiveram a ser ouvidos desde as 10h30 por um procurador no Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa (DIAP). No entanto, estas quatro pessoas deverão ser libertadas após a audição, apurou o 'CM' junto de fonte próxima do processo.

Durante o dia de ontem, domingo, a PSP realizou dezenas de buscas a residências e instalações da claque benfiquista No Name Boys, tendo detido 29 pessoas e apreendido droga, tochas incendiárias e soqueiras, entre outros objectos proibidos.

fonte policial revelou que a operação, no âmbito de uma investigação a cargo do DIAP de Lisboa, visou líderes e outros membros dos No Name Boys que têm vindo a agredir adeptos de claques rivais e também elementos das forças policiais.

No decurso da operação foi apurarado que alguns dos membros daquela claque do Benfica se dedicavam ao tráfico de estupefacientes. Entre os detidos estão os líderes da claque e vários seguidores dos No Name Boys, cujas residências foram alvo de busca. Alguns foram detidos já com mandado de detenção, numa investigação que envolveu escutas telefónicas.

Info de CM

Publicado por Lord SS 14/88

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Portugal tem dos piores sistemas de cuidados de saúde europeus.


Portugal surge em 26º lugar numa classificação dos sistemas de cuidados de saúde em 31 países europeus, divulgada em Bruxelas pela organização "Health Consumer Powerhouse", que sublinha o deficiente acesso aos tratamentos e tempo de espera.

Com um total de 507 pontos em 1000 possíveis no conjunto de 34 indicadores de desempenho divididos em seis categorias, Portugal é o quarto país da União Europeia com pior resultado, surgindo na lista apenas à frente de Roménia e Bulgária, da Croácia e Macedónia (dois países candidatos à adesão à UE) e da Letónia, última classificada numa lista liderada pela Holanda.

O 26º lugar atribuído a Portugal representa uma nova queda relativamente às hierarquias elaboradas nos anos anteriores, já que em 2006 Portugal surgia na 16ª posição e no ano passado no 19º posto.

De acordo com o estudo, "uma das razões subjacentes ao sistema de saúde português é que o acesso aos cuidados de saúde é um dos piores da Europa".

"Portugal ainda não conseguiu resolver o seu problema de acesso e de tempo de espera de tratamento, o que tem graves implicações para os pacientes e a capacidade do sistema em prestar cuidados", comentou Arne Björnberg, o director de investigação do Euro Health Consumer Index, inquérito anual dos cuidados de saúde na UE.

Por seu turno, o presidente da organização, Johan Hjertqvist, defende que "a transparência asseguraria que os pacientes pudessem fazer escolhas com conhecimento de causa para obterem os melhores cuidados possíveis".

"Geralmente, esta característica é muito importante, ainda mais quando o desempenho é tão fraco como o português", observou.

Publicado pela primeira vez em 2005, o índice é compilado pela Health Consumer Powerhouse, uma organização sueca especializada na informação aos consumidores sobre cuidados de saúde, a partir de estatísticas públicas e de pesquisa independente.

O índice é a classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa em seis áreas: direitos e informação dos pacientes, e-Saúde, tempos de espera para tratamento, resultados, variedade e alcance dos serviços prestados e produtos farmacêuticos.

A classificação abrange os 27 Estados-membros da União Europeia, os países candidatos Croácia e Macedónia, e ainda Noruega e Suíça.

No primeiro lugar da classificação deste ano ficou a Holanda (839 pontos), seguida da Dinamarca (820) e Áustria (784).

Info de JN

Publicado por Lord SS 14/88

Aumentou o número de portugueses que já experimentaram drogas.


O número de portugueses que consumiu drogas alguma vez na vida aumentou de 7,8 para 12 por centro entre 2001 e 2007. A droga que prevalece, segundo os dados hoje apresentados pelo presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT), é a cannabis. Mas o consumo continuado destas substâncias decaiu na generalidade.

No universo da população que tem entre os 15 e os 64 anos, a droga mais usada é a cannabis, que foi consumida por 7,6 por cento da população em 2001 e aumentou para 11,7 por cento em 2007.

A apresentação do relatório anual do IDT foi feita hoje no Parlamento, em Lisboa, por João Goulão, responsável do instituto. Os dados indicam que o ecstasy, a heroína e a cocaína, que há sete anos eram consumidos por menos de um por cento da população, ultrapassaram em 2007 este valor, tendo a cocaína chegado aos 1,9 por cento.

Segundo os números da IDT, na população de jovens e jovens adultos, entre os 15 e os 34 anos, os índices de consumo de estupefacientes pelo menos uma vez na vida sobem, passando de 12,6 por cento em 2001 para 17,4 por cento no ano passado.

A cannabis continua a ser a droga predominante, que subiu de 12,4 para 17 por cento, mas regista-se também um aumento considerável da cocaína, que aumentou de 1,3 por cento para 2,8 por cento nos seis anos analisados.

A heroína manteve-se em 1,1 por cento, mas o ecstasy subiu de 1,4 para 2,6 por cento, revelam os dados do IDT.

Info de Publico

Publicado por Lord ss 14/88

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Jovens condenados por pintarem Mural


O Tribunal de Viseu condenou dois militantes da Juventude Comunista Portuguesa (JCP) ao pagamento de 350 euros de multa, pelo crime de dano simples, por terem pintado um mural onde anunciavam o congresso da estrutura partidária. A defesa vai recorrer.

Luís Barata e Catarina P., de 25 e 29 anos, foram detectados às 23:10 de 11 de Abril de 2006 pela PSP de Viseu a pintar uma parede do viaduto da circunvalação, junto à Universidade Católica, tendo a Câmara Municipal de Viseu, responsável pela sua manutenção, apresentado queixa.

O Tribunal considerou provados todos os factos da acusação, que Luís Barata confessou parcialmente durante a primeira e única sessão do julgamento, a 29 de Outubro (Catarina P. não compareceu por estar em final de gravidez).

Cada um dos jovens terá de pagar uma multa de 50 dias à taxa diária de sete euros e, solidariamente, 102 euros de indemnização à Câmara de Viseu pelos gastos que teve para eliminar as pinturas.

O Tribunal fez uma interpretação diferente das leis em que a defesa se sustentou, nomeadamente a lei da propaganda política.

Segundo a juíza, as autarquias destinam locais para o efeito, que não era o caso do viaduto, sendo também a elas que cabe decidir a altura em que as pinturas são removidas.

Por outro lado, frisou que "a liberdade de expressão não é um direito absoluto" e que o seu exercício não pode colidir com outros também previstos constitucionalmente, designadamente o direito de propriedade.

"O exercício dos nossos direitos termina quando começam os direitos dos outros. É jovem, gostava que tirasse as suas ilações", afirmou, dirigindo-se a Luís Barata.

Defesa vai recorrer

A advogada e ex-deputada do PCP Odete Santos, que defendeu os dois jovens, disse aos jornalistas que a decisão do tribunal não a surpreendeu e anunciou que vai recorrer.

"Pela forma como o julgamento decorreu achei logo que a inclinação do tribunal seria para condenar. Quando se pergunta ao arguido se pediu autorização à Câmara para fazer uma inscrição mural é estar a restabelecer a censura prévia", criticou.

Odete Santos considera que "a propaganda política não está dependente de autorização nenhuma", porque "o local não está proibido por lei (no artigo 4º da Lei 97/88)", criticando ainda o tribunal por fazer uma distinção entre pintura mural e inscrição mural, dizendo que não era uma pintura mural, quando a própria lei se aplica às inscrições e pinturas murais".

"Foi uma péssima interpretação da lei, foi um desconhecimento da jurisprudência muito rica que há", frisou, lembrando que há um acórdão do Tribunal Constitucional de 1995 que concluiu que o facto de a lei delimitar os locais reservados, "não queria dizer que não pudesse ser feito fora desses locais".

Odete Santos está convencida de que o Tribunal da Relação de Coimbra dará razão à JCP, mas avança que, se for preciso, o caso seguirá para o Tribunal Constitucional ou até para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, "por violação do artigo décimo da Convenção Europeia dos Direitos do Homem", porque "está em causa um direito fundamental, que é o direito à liberdade de expressão".


Informação Retirada de: JN

Postado por Nuno Teixeira