sábado, 13 de setembro de 2008
Voto Presidencial dos Emigrantes

O PS agendou, na semana passada, para dia 19, a discussão da proposta de lei que elimina a possibilidade de os emigrantes votarem por correspondência nas legislativas.
Mas foi ontem o dia que Ferreira Leite escolheu para avisar que irá "apelar a todas as instâncias para que esta lei não prossiga" porque "se trata de uma matéria de Estado" e "não pode ser instrumentalizada com objectivos partidários". O líder parlamentar do PS, Alberto Martins, argumentou que o objectivo é "garantir a verdade democrática, a transparência e rigor nos actos eleitorais" e "acabar com os sindicatos de voto". O PS não tem eleitos pelo círculo de fora da Europa, o PSD tem dois e, na Europa, ambos os partidos estão empatados com um.
Informação Retirada de: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1012127
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Apoio para investir na sua formação
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Medidas contra o crescimento do número de ilegais e aumento da criminalidade. ( Uso do Exército no combate à criminalidade)

Espanha paga para se ver livre de Imigrantes Clandestinos e agora a Itália toma medidas.
O governo de Mussolini trouxe à tona a experiência totalitária no cenário político italiano.
O ministro italiano do Interior, Roberto Maroni, confirmou que assinou um decreto para destacar 3.000 militares para patrulhar cidades do país, como medida contra o crime.
O decreto vem na esteira de leis propostas pelo premiê Silvio Berlusconi de repressão à imigração clandestina. Berlusconi vem tentando tirar proveito político do temor de parte do eleitorado conservador, que atribui ao crescimento do número de ilegais ao aumento da criminalidade.
Ministro italiano pede respeito pelos militares fascistas.

O ministro da Defesa italiano, Ignazio La Russa, pediu respeito pelo militares fascistas. As polémicas declarações foram feitas durante a cerimónia que assinalou o 65º aniversário da defesa de Roma da ocupação nazi.
"Os militares que combateram para impedir a entrada dos Aliados merecem respeito, porque lutaram para defender a pátria", disse La Russa. "Seria contra a minha consciência se hoje não os recordasse", concluiu.
As declarações do ministro da Defesa italiano ganham relevo depois do presidente da Câmara de Roma, Gianni Alemanno, ter afirmado, no domingo, que o fascismo "não é um mal absoluto".
Informação Retirada de:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1010424
domingo, 7 de setembro de 2008
Direitos Humanos China. Estado comunista.

A China não cumpriu a promessa de melhorar a situação dos Direitos Humanos antes da realização dos Jogos Olímpicos de 2008, e agora resta pouco tempo para isso, afirma a organização Amnistia Internacional em um comunicado.
Segundo a Amnistia Internacional, as principais violações dos direitos humanos na China são a existência de pena de morte, discriminação contra as mulheres, campos de trabalhos forçados e tortura, prisão de jornalistas e internautas. Segundo a organização, a China executa ao ano mais pessoas do que todos os outros países do mundo juntos, seriam quase 10 mil pessoas ao ano, número que Pequim não comenta.
A violação dos direitos humanos estende-se ainda à liberdade de expressão e crença. De acordo com organismos internacionais, milhares de pessoas são presas por expressar sua opinião de forma pacífica e por prática religiosa. Além disso, o Estado comunista é unipartidário.
sábado, 6 de setembro de 2008
Justiça
Portugal é um dos países europeus com mais presos

A Direcção-Geral de Serviços Prisionais defendeu que Portugal é um dos países europeus com maior taxa de encarceramento e que o número de reclusos em liberdade prisional não aumentou este ano, contrariando um estudo divulgado pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
Informação Retirada de: www.tsf.sapo.pt
A Direcção-Geral de Serviços Prisionais defendeu que Portugal é um dos países europeus com maior taxa de encarceramento e que o número de reclusos em liberdade prisional não aumentou este ano, contrariando um estudo divulgado pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
Informação Retirada de: www.tsf.sapo.pt
«Hitler não queria matar mas sim deportar os judeus»

«Hitler não queria matar mas sim deportar os judeus» - Saul Friedländer (Historiador Israelita)
Spiegel - Qual a razão por que os nazis não mataram os judeus alemães nos anos 30?
Friedländer: Tenho certeza de que Hitler não perseguia um plano de assassinar os judeus desde o início. A princípio, o objectivo era isolá-los da sociedade, privá-los das suas formas de sobrevivência económica e forçá-los a deixar a Alemanha.
Spiegel - E por que aconteceu o Holocausto?
Friedländer: Durante a guerra, a Wehrmacht ocupou regiões onde viviam milhões de judeus. O plano era deportá-los, da mesma forma que eles começaram a fazer na Alemanha, de áreas sob controle alemão e enviá-los para uma reserva judaica. Num primeiro momento, essa reserva seria em Lublin, depois em Madagáscar, e finalmente, após derrotar Stalin, no norte da Rússia.
Spiegel - Mas não foi isso que aconteceu.
Friedländer: Sim, a partir de Outubro de 1941, podemos observar uma transição. Hitler fazia declarações raivosas, aos berros, sobre os judeus quase todos os dias. A ofensiva na frente leste estava afundando na lama e, em 5 de Dezembro, o Exército Vermelho lançou a sua contra-ofensiva. Stalin não tinha sido derrotado – continuava a lutar. E alguns dias depois, os Estados Unidos estavam em guerra contra os aliados de Hitler, os japoneses. E como Hitler sabia que o presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, estava a tentar convencer o povo norte-americano a lutar contra a Alemanha, e por razões psicológicas ele queria dar uma surra nele. Daí, Hitler declarou guerra contra os Estados Unidos, embora aquele não tenha sido o plano original. Como resultado, Hitler estava lutando numa guerra total em duas frentes, da mesma forma que ele lutou na Primeira Guerra Mundial.
Spiegel - E o destino dos judeus europeus foi selado?
Friedländer: Em 1935, Hitler disse que, se outra guerra ocorresse em em duas frentes, ele estaria preparado para tomar medidas drásticas contra os judeus. Essa foi a lição que Hitler aprendeu da Primeira Guerra Mundial. O país não se permitiria a outra punhalada nas costas do inimigo interno, os judeus, que supostamente haviam traído a Alemanha em 1917/18. Em contraste com os eslavos, que os nazis viam como "Untermenschen" (sub-homens) passivos, Hitler temia os judeus como um inimigo activo. Consequentemente, não era suficiente matar os judeus –- ele queria destruir tudo que era judaico no mundo. Eu acredito que a decisão para fazer isso tenha sido tomada em Dezembro de 1941(...)
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