segunda-feira, 9 de março de 2009

Idosa condenada a 40 chicotadas - Islão no seu melhor


Uma mulher síria de 75 anos foi condenada a 40 chicotadas, quatro meses de cadeia e deportação da Arábia Saudita, após cumprir as penas. Khamisa Mohammed Sawadi foi condenada por ter recebido dois homens, não familiares, em casa.

Os problemas para Khamisa Mohammed Sawadi começaram no ano passado, quando um elemento da Polícia Religiosa lhe entrou em casa, na localidade de Al-Chamli. A mulher estava acompanhada de duas visitas masculinas, mencionados como Fahd e Hadian, nenhum deles do mesmo sangue da idosa síria.

Noticia o jornal “Al-Watan” que um dos homens, Fahd, disse à polícia que tinha o direito de estar em casa de Khamisa Mohammed Sawadi, porque a mulher que o tinha amamentado quando era bebé. O outro homem, Hadian, de 24 anos, limitou-se a acompanhar o amigo, que terá ido oferecer pão à idosa síria.

Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício

O jornal “Al Watan”, que teve acesso ao acórdão, conta que o juiz
concluiu que Swadi não era filho de Khamisa Mohammed Sawadi. Segundo o texto, a decisão assenta parcialmente no testemunho do elemento da polícia religiosa. Uma unidade policial que dá o corpo de milhares de agentes às emanações da Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício.

A Polícia Religiosa tem por dever, entre outros, zelar pela forma
que as pessoas se vestem, a hora das orações e a segregação sexual. Face à lei saudita, que segue o Wahabismo, uma interpretação rigorosa do Islão, as mulheres sofrem muitas restrições ao nível da indumentária, precisam da autorização do marido para viajar e estão proibidas de conduzir.

O caso de Swadi está a gerar controvérsia na Arábia Saudita. "Está a deixar toda a gente zangada, porque ela é como um avó", disse à CNN a activista saudita dos direitos das mulheres, Wajeha Al-Huwaider. "Quarenta chicotadas? Como pode ela aguentar a dor? Como se justifica isto?"

A mulher anunciou que vai recorrer da sentença e garantiu que Fahd é mesmo filho de amamentação. Dos homens não se sabe, ainda, se pretendem recorrer do castigo: Fahd foi condenado a quatro meses de prisão e 40 chicotadas; Hadian foi sentenciado a seis meses de prisão e 60 chicotadas.

Violada e condenada a prisão

O juiz escusou-se a comentar a notícia, remetendo mais informações para o Ministério da Justiça. Muitos sauditas acreditam que a recente remodelação governamental, que, entre outros, mudou a chefia da Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, por um saudita mais jovem e, esperam, mais moderado, pode vir a fazer a diferença.

Uma mudança que pode contribuir para aligeirar a mão pesada da lei religiosa saudita, conhecida por outros casos polémicos. Entre estes, o de uma rapariga de 19 anos, violado por sete homens, que foi condenada a 200 chicotadas e seis meses de cadeia por ter-se encontrado com um homem não familiar. Os violadores foram condenados a penas entre 10 meses e cinco anos de cadeia. Perante a controvérsia mundial, o rei Abdullah bin Abdulaziz viria a perdoar a rapariga.

Info de JN

Publicado por Lord SS 14/88

Gangs - Polícia deteve suspeito do tiroteio nas Olaias


A PSP deteve um homem de 26 anos suspeito de participar no tiroteio de domingo nas Olaias, em Lisboa, na posse de uma arma carregada com munições, anunciou o Comando Metropolitano de Lisboa.

O homem, foi detido às 23:30 de domingo em Carnaxide, por polícias da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão de Oeiras, vestidos à civil, que o reconheceram "de algumas entrevistas televisivas" sobre os distúrbios nas Olaias.

O suspeito, detido num "local referenciado por tráfico de armas", trazia consigo uma pistola Magnum .32, com seis balas, para a qual não tinha qualquer tipo de licença e foi a tribunal hoje de manhã para julgamento em processo sumário.

Depois dos distúrbios de domingo no bairro Portugal Novo, nas Olaias, a PSP "mantém no terreno o efectivo policial julgado necessário e adequado" para manter a ordem e investigar o que esteve na origem dos desacatos e os seus autores, refere ainda um comunicado da PSP.

Ao fim da tarde de domingo foram ouvidos vários disparos no Bairro, relativos a uma disputa que teve a ver com a disputa de uma habitação, segundo o presidente da Junta de Freguesia do Alto do Pina.

O policiamento no bairro foi reforçado por parte da Unidade Especial de Polícia, através do Corpo de Intervenção, deslocado para o local para restabelecer a ordem pública.

Info de JN

Publicado por Lord SS 14/88

sábado, 21 de fevereiro de 2009

O que a esquerda defende


Publicado por Lord SS 14/88

Julgamento do principal torturador Comunista do Khmer Vermelho.


O principal torturador do Khmer Vermelho, Kaing Guek Eav, conhecido como "Duch", compareceu no tribunal cambojano patrocinado pela ONU para o primeiro e aguardado julgamento pelas atrocidades cometidas há mais de 30 anos pelo regime comunista cambojano.

"Duch", 66 anos, compareceu a uma audiência preliminar sob a acusação de ter comandado o principal centro de detenção e tortura do Khmer Vermelho em Phnom Penh.

"Esta primeira audiência representa a materialização dos importantes esforços para criar um tribunal honesto e independente, encarregado de julgar os que ocuparam funções de direcção no aparelho dos khmeres vermelhos", declarou o juiz Nit Nonn, que presidiu a audiência.

Quase dois milhões de pessoas, 25% da população, morreram sob o regime de Pol Pot, que impôs o terror entre 1975 e 1979, obrigando as pessoas a abandonar as cidades e se mudar para o campo, massacrando a população com trabalhos forçados e eliminando sistematicamente todos os "traidores da revolução Comunista".

"Duch" dirigiu o campo S-21, conhecido também com o nome de Tuol Sleng, um centro de interrogatórios que funcionava num antigo colégio secundário de Phnom Penh, onde mais de 12.00 pessoas foram torturadas e assassinadas em função da repressão em massa organizada pelo Comunismo no poder de Pol Pot.

O acusado, um antigo professor de matemática convertido ao cristianismo nos anos 90, será julgado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

"Este é um dia muito importante para mim", declarou Chum Mey, um dos raros sobreviventes de Tuol Sleng. "Serei testemunha. Quero ver o 'Duch' e perguntar por que me prendeu", acrescentou.

Detido em 1999 pelas autoridades cambojanas, o "Duch" foi levado em 2007 a um tribunal especial em Phnom Penh patrocinado pela ONU. Ao término do julgamento, poderá ser condenado à prisão perpétua. O tribunal descartou a pena de morte.

Info retirada de Opovo

Publicado por Lord SS 14/88

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O “casamento” de pessoas do mesmo sexo é um atentado grave contra a sociedade


A propósito da intenção de José Sócrates querer viabilizar o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, colocando este tema na agenda da próxima legislatura, o PNR vem de novo repudiar veementemente tal proposta, entendendo tratar-se de um grave atentado contra as estruturas e os valores de uma sociedade sã.
O PNR aponta o dedo às manobras do poderoso lóbi gay, com o apoio dos cinco partidos com assento parlamentar, lembrando que a promoção da homossexualidade tem vindo a crescer gradualmente nos mais diversos sectores da sociedade e de múltiplas formas, através de campanhas maciças de formatação das mentes.
A par da campanha agressiva de promoção da homossexualidade, conseguiu o lóbi gay, com a alteração do Código Penal de 2007, “criminalizar” o pensamento e a acção de quem ouse combater os seus intentos, dessa forma desonesta e numa clara demonstração de discriminação e perseguição.
Para Pinto-Coelho, “esse ou outros artigos de leis iníquas não intimidam a liberdade de pensamento e a determinação do PNR no combate à promoção da homossexualidade.” Acrescenta ainda que, “mesmo sendo os nacionalistas, os únicos com coragem para enfrentar os dogmas do pensamento único, as mordaças e ameaças do sistema, nada os fará calar.”

Info retirada de PNR

Publicado por Lord SS 14/88

PNR protesta por não ser convidado para o “Prós e Contras”


O programa “Prós e Contras” da RTP1 promoveu nesta segunda-feira, 16 de Fevereiro, um debate sobre o “casamento homossexual”, tema fracturante na sociedade, pelo facto de estar na ordem do dia, em virtude da sua expressa colocação na agenda do PS para a próxima legislatura.
O PNR lamenta o facto de, mais uma vez, sendo a única força do espectro partidário com uma posição única, vincada e corajosa no lado do “contra”, não ser convidado para tal debate.
O PNR lembra que nenhum outro partido político ousa apontar o dedo ao poderoso lóbi gay e à sua agenda de promoção da homossexualidade, tendo realizado, inclusive, uma manifestação em 2005 contra estas duas realidades.
O PNR denuncia a desonestidade da “criminalização”, por via do Código Penal, daqueles que se opõem à promoção da homossexualidade, configurando uma flagrante falta de liberdade de expressão, mas reafirma a sua coragem em combater frontalmente este atentado á sociedade.
Tendo recentemente emitido um comunicado de imprensa sobre este tema, o qual teve eco (apenas) em alguma comunicação social, entende o PNR que há um manifesto bloqueio por parte da RTP, serviço público, à legítima expressão de um partido que, tendo ideias claras e firmes, defende aquilo que é sentido pela maioria da população sem se deixar manietar pelas falsas tolerâncias.
Lamenta ainda, o PNR, que apenas se apresentem aos portugueses os pontos de vista dos cinco partidos com assento parlamentar, impedindo os outros partidos de se expressarem e impedindo o acesso dos portugueses às suas mensagens.

Info retirada de ÁREA NACIONAL

Publicado por Lord SS 14/88

Basta de corrupção

"A homossexualidade não é normal"


O cardeal D. José Saraiva Martins afirmou terça-feira à noite, na Figueira da Foz, que o casamento entre homossexuais não providencia uma educação normal a crianças a quem falta um pai e uma mãe.

"Quando se juntam dois homossexuais, eles ou elas, se há crianças, evidentemente, aquela união, aquele casamento, não pode providenciar a formação das crianças", argumentou.

"Porque uma criança para ser formada normalmente precisa de um pai e de uma mãe. E não de dois pais ou de duas mães", acrescentou D. José Saraiva Martins, durante a tertúlia "125 minutos com Fátima Campos Ferreira, no Casino local.

D. José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos e um dos dois cardeais portugueses com assento no Vaticano, onde reside há mais de 50 anos, argumentou que o pai e a mãe "são diferentes, têm diferentes qualidades, completam-se mutuamente de uma maneira maravilhosa".

"A educação daquelas crianças não pode ser uma formação normal se não forem formadas por um pai e uma mãe. Não por dois pais ou duas mães", reafirmou o cardeal, arrancando aplausos da assistência.

Momentos antes, o cardeal tinha considerado que a homossexualidade "não é normal".

"Não é normal no sentido de que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e a mulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja", defendeu.

Instado pela jornalista Fátima Campos Ferreira a pronunciar-se sobre os direitos civis subjacentes ao casamento entre homossexuais, D. José Saraiva Martins frisou que a questão não tem de ser colocada à Igreja.

"Quando se fala de direitos civis não tem de se interrogar a Igreja, tem de se interrogar o Estado. Quem elabora as leis do Estado não é a Igreja, seria uma intromissão, evidentemente", alegou.

No entanto, defendeu como situação "ideal" uma colaboração sincera entre a Igreja e o Estado "na formulação de certas leis", como a do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

"Nestes casos, neste sector em concreto, é absolutamente necessária uma colaboração sincera, autêntica e eficaz entre o Estado e a Igreja", em que ambos expressem o seu pensamento, disse D. José Saraiva Martins.

"E pode-se chegar a um acordo, cedendo um bocadinho dos dois lados. Não é opondo-se, é colaborando, é o diálogo", acrescentou.

Info de JN

Publicado por Lord SS 14/88

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Mais de 35 mil imigrantes pediram a nacionalidade portuguesa em 2008


As faces dos portugueses estão a ficar cada vez mais heterogéneas. Nos dois últimos anos, um número crescente de cabo-verdianos, brasileiros, moldavos, guineenses, angolanos ou são-tomenses decidiu solicitar a nacionalidade portuguesa. O Ministério da Justiça não forneceu dados, mas o movimento prova-se pelo número de certidões e pareceres que a Conservatória dos Registos Centrais pediu ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

O ano passado, o SEF emitiu 34.497 pareceres positivos de naturalização - excluindo menores. No ano anterior, 8958. Aqui cabem os processos de estrangeiros que residem legalmente em Portugal há pelo menos seis anos, que conhecem a língua e não foram condenados por crime punível com pena de prisão de três ou mais anos (segunda a lei portuguesa). Mas também os nascidos em Portugal que se encontram em situação ilegal e que não saíram do país nos últimos dez 10 anos. E os netos de portugueses residentes no estrangeiro. E as pessoas que já tiveram nacionalidade portuguesa e que a perderam sem terem adquirido outra.

Info de Publico

Publicado por Lord SS 14/88

França aceita responsabilidade na deportação de judeus


O Conselho de Estado francês, a mais alta instância da jurisdição administrativa do país, reconheceu a “responsabilidade” do Estado na deportação de judeus sob o regime de Vichy, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas não acolheu a ideia de qualquer indemnização como vêm querendo descendentes das vítimas.

É a primeira vez que Paris aceita a um tão alto nível, e tão formalmente, o papel das suas autoridades durante a ocupação alemã, desde que o antigo Presidente Jacques Chirac estabeleceu pela primeira vez, em 1995, as culpas da França no envio em massa de judeus para os campos de extermínio. A alta instância francesa acolhe-as agora por si mesmas e não em razão do que chama “constrangimentos directos do ocupante”.

O Conselho de Estado, cuja deliberação foi publicada no Jornal Oficial, cita como exemplos as prisões, internamentos e os envios das vítimas por comboio para campos de trânsito, e por fim o “extermínio” de milhares de pessoas.

No entanto, a alta instância administrativa, cuja decisão resultou da análise de um caso particular, o da filha de um deportado, não abriu qualquer caminho a eventuais indemnizações. São numerosos os pedidos de há muitos anos nesse sentido.

Ibfo de Publico

Publicado por Lord SS 14/88